O trabalho infantil é explorado em todo o país, em especial em áreas rurais onde crianças são submetidas a árduas jornadas, em atividades incompatíveis até mesmo para trabalhadores adultos.
O trabalho infantil é explorado em todo o país, em especial em áreas rurais onde crianças são submetidas a árduas jornadas, em atividades incompatíveis até mesmo para trabalhadores adultos.
Alguns programas do governo visam erradicar o trabalho infantil, tentando reintegrar as crianças e adolescentes ao ensino e atividades diversas como o acesso a computares, através de programas de inclusão digital. Em que pese os esforços do governo na erradicação do trabalho infantil, novamente as medidas adotadas são paliativas e atacam os efeitos e não as causas do problema.
Nas classes pobres, é comum as famílias serem compostas por uma prole numerosa. Daí decorre a necessidade dos próprios filhos serem inseridos o mais breve possível no trabalho, tendo em vista que sua mão de obra, ainda que mal remunerada e utilizada de forma absolutamente indevida, possa integrar a renda familiar. Os exploradores do trabalho infantil contam com a anuência dos pais ou responsáveis que por extrema necessidade diante da sua condição de miserabilidade, acabam agenciando o trabalho dos filhos para complemento da renda familiar.
Evidencia-se, assim, a extrema necessidade de orientação social para que haja um planejamento familiar, extraindo do pensamento dos indivíduos menos favorecidos a idéia de que um número elevado de filhos pode gerar-lhe a garantia de sustento com o emprego da mão de obra infantil em trabalhos cruéis e degradantes. Este pensamente foi incutido no inconsciente coletivo através dos ideais capitalistas de mais valia absoluta, onde o detentor do capital visa explorar a mão de obra para obter o lucro a todo custo e, em contrapartida, o trabalhador explorado se sente satisfeito com o trabalho oferecido por considerá-lo uma forma de inclusão social.
As crianças jamais devem imaginar que o trabalho árduo que desempenham os coloca na posição de incluídos socialmente, seja porque estão longe das ruas e das drogas ou porque estão contribuindo para a renda familiar. A única forma possível de inclusão social da criança é inseri-la em um convívio familiar digno, capaz de orientá-la sobre a necessidade de freqüentar a escola e programas paralelos de aprendizagem que possam no futuro, gerar-lhe condições de tornar-se um cidadão apto a desenvolver suas habilidades voltadas para uma atividade profissional condizente com sua condição humana.
Alguns programas do governo visam erradicar o trabalho infantil, tentando reintegrar as crianças e adolescentes ao ensino e atividades diversas como o acesso a computares, através de programas de inclusão digital. Em que pese os esforços do governo na erradicação do trabalho infantil, novamente as medidas adotadas são paliativas e atacam os efeitos e não as causas do problema.
Nas classes pobres, é comum as famílias serem compostas por uma prole numerosa. Daí decorre a necessidade dos próprios filhos serem inseridos o mais breve possível no trabalho, tendo em vista que sua mão de obra, ainda que mal remunerada e utilizada de forma absolutamente indevida, possa integrar a renda familiar. Os exploradores do trabalho infantil contam com a anuência dos pais ou responsáveis que por extrema necessidade diante da sua condição de miserabilidade, acabam agenciando o trabalho dos filhos para complemento da renda familiar.
Evidencia-se, assim, a extrema necessidade de orientação social para que haja um planejamento familiar, extraindo do pensamento dos indivíduos menos favorecidos a idéia de que um número elevado de filhos pode gerar-lhe a garantia de sustento com o emprego da mão de obra infantil em trabalhos cruéis e degradantes. Este pensamente foi incutido no inconsciente coletivo através dos ideais capitalistas de mais valia absoluta, onde o detentor do capital visa explorar a mão de obra para obter o lucro a todo custo e, em contrapartida, o trabalhador explorado se sente satisfeito com o trabalho oferecido por considerá-lo uma forma de inclusão social.
As crianças jamais devem imaginar que o trabalho árduo que desempenham os coloca na posição de incluídos socialmente, seja porque estão longe das ruas e das drogas ou porque estão contribuindo para a renda familiar. A única forma possível de inclusão social da criança é inseri-la em um convívio familiar digno, capaz de orientá-la sobre a necessidade de freqüentar a escola e programas paralelos de aprendizagem que possam no futuro, gerar-lhe condições de tornar-se um cidadão apto a desenvolver suas habilidades voltadas para uma atividade profissional condizente com sua condição humana.
Fonte: Jornal da Manhã
Nenhum comentário:
Postar um comentário